por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
THE KISS OF DEATH AND HOW TO AVOID IT
“No balls, no blue chips.”
(ditado americano que quer dizer: sem ousadia, sem prêmio máximo)
Esse ditado pode ser um pouco grosseiro, mas vem de um pôster da “Lei de Murphy” que eu tinha na faculdade e passa uma mensagem importante.
(Para quem não se lembra da Lei de Murphy, é aquela “lei” bastante pessimista que diz que se algo pode dar errado, vai dar. Esta lei prevê que a outra fila sempre anda mais rápido, que você sempre vai encontrar o que procura no último lugar que olha, e que as chances de um pedaço de torrada cair com o lado da manteiga/geléia/nutella para baixo é diretamente proporcional ao preço do tapete.)
10/12/2015
17/11/2015
COMO EU AQUEÇO (E OUTRAS COISAS) - ESZTER LESTÁK
![]() |
Eszter Lesták. Foto: Mózsi Gábor |
Em junho de 2015 Eszter Lesták veio com a Orquestra do Festival de Budapeste de apresentar em São Paulo na temporada de concertos Cultura Artística. Tive o prazer de ser intérprete na masterclass de violino que ela deu na EMESP, que foi ótima. A entrevista que segue foi feita logo depois, e conversamos desde aquecimento até preparação para testes.
Helena Piccazio - Vamos começar falando sobre aquecimento?
20/10/2015
NOVE FONTES DE FRUSTRAÇÃO NA SALA DE ESTUDO
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
![]() |
Foto extraída daqui |
Um dos fatores primários que podem ditar a eficiência e eficácia das sessões de estudo é a concentração (ou a falta dela).
Lembre-se deste artigo, que diz que a chave para a maestria é o estudo deliberado. E o ingrediente chave no estudo deliberado é a capacidade de pensar com clareza e propósito. Repetição mecânica é fácil - já o estudo deliberado e o verdadeiro aprendizado, por sua vez, exigem grande concentração e foco.
31/08/2015
AS HISTÓRIAS DO MAESTRO - JACQUES DELACÔTE, parte 3
![]() |
Uma selfie com o Maestro Jacques Delacôte. |
O Maestro Jacques Delacôte veio a São Paulo para reger a ópera Eugene Onegin, de P. I. Tchaikovsky, no Theatro Municipal, em maio e junho de 2015. Durante os ensaios ele nos divertiu contando algumas histórias. Ótimas, adoramos! Daí veio a ideia de entrevistá-lo.
Leia aqui a Parte 1 desta entrevista
CARLOS KLEIBER E MARIA CALLAS 2
24/08/2015
AS HISTÓRIAS DO MAESTRO - JACQUES DELACÔTE, parte 2
![]() |
Jacques Delacôte, foto do site oficial |
O Maestro Jacques Delacôte veio a São Paulo para reger a ópera Eugene Onegin, de P. I. Tchaikovsky, no Theatro Municipal, em maio e junho de 2015. Durante os ensaios ele nos divertiu contando algumas histórias. Ótimas, adoramos! Daí veio a ideia de entrevistá-lo.
Leia aqui a Parte 1 desta entrevista
Leia aqui a Parte 3 desta entrevista
JON VICKERS, A BRIGA
JD - Nessa turnê, que aconteceu em Seul, na Coreia do Sul, eu tive uma briga com Jon Vickers.
HP - A do Sansão e Dalila, essa mesma turnê?
17/08/2015
AS HISTÓRIAS DO MAESTRO - JACQUES DELACÔTE, parte 1
Entrevista por Helena Piccazio.
O Maestro Jacques Delacôte veio a São Paulo para reger a ópera Eugene Onegin, de P. I. Tchaikovsky, no Theatro Municipal, em maio e junho de 2015. Durante os ensaios ele nos divertiu contando algumas histórias. Ótimas, adoramos! Daí veio a ideia de entrevistá-lo.
![]() |
Jacques Delacôte, foto do site oficial |
O Maestro Jacques Delacôte veio a São Paulo para reger a ópera Eugene Onegin, de P. I. Tchaikovsky, no Theatro Municipal, em maio e junho de 2015. Durante os ensaios ele nos divertiu contando algumas histórias. Ótimas, adoramos! Daí veio a ideia de entrevistá-lo.
Marcamos de nos encontrar às cinco e meia da tarde. Ele me recebeu com o sorriso simpático de sempre e tirou do bolso um papelzinho cheio de anotações: “tentei lembrar de umas histórias, tem essa, aquela, fiz a minha lição de casa!”
01/08/2015
O TROPEÇO NO PERFECCIONISMO.
ou NÃO LEIA ISTO SE VOCÊ É UM PERFECCIONISTA.
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
DON'T READ THIS IF YOU ARE A PERFECTIONIST
Nós todos sabemos que a música não é um exercício de perfeição técnica, e que o objetivo não é só tocar mais afinado e mais “perfeitamente” que a outra pessoa, mas é muuuito difícil deixar de lado esse desejo de performances “de Notas Perfeitas” - especialmente em audições e competições.
Mas olha só isso: paradoxalmente, um dos principais ingredientes para o sucesso em performances/audições (e um desempenho "perfeito") é deixar de lado essa fixação por perfeição.
Quê? Isso me parece ao contrário.
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
DON'T READ THIS IF YOU ARE A PERFECTIONIST
![]() |
Russell Crowe no filme "Robin Hood", de 2010. Foto: David Appleby - © 2010 Universal Studios |
Nós todos sabemos que a música não é um exercício de perfeição técnica, e que o objetivo não é só tocar mais afinado e mais “perfeitamente” que a outra pessoa, mas é muuuito difícil deixar de lado esse desejo de performances “de Notas Perfeitas” - especialmente em audições e competições.
Mas olha só isso: paradoxalmente, um dos principais ingredientes para o sucesso em performances/audições (e um desempenho "perfeito") é deixar de lado essa fixação por perfeição.
Quê? Isso me parece ao contrário.
10/07/2015
MEDITAÇÃO DE THAÏS
Cabelos curtos bem pretos e enroladinhos, alta, sorriso largo e a voz
que a língua húngara deixa levemente estridente. Foi o que vi quando
olhei para Leila Rásonyi ao chegar na Academia de Musica de Budapeste para conhecê-la. Uma imagem que foi ganhando intensidade com o passar das aulas de violino.
Falante
e cheia de histórias, começou contando a origem do próprio nome: “Meu
pai era pesquisador de cultura turca. Não só, mas turca principalmente.
Por isso meu nome, não é húngaro, é turco. E sabe quem deu a ideia?
Bartók.” Arregalei os olhos. “Sim, o compositor. Ele e meu pai estavam
juntos quando eu ainda estava na barriga da minha mãe, e foi ele que
sugeriu. Ele também gostava de cultura turca.”
O encantamento de Leila Rásonyi estava presente não apenas nos ensinamentos e nas histórias, mas em tudo que a cercava. Era muito bom olhar para os tapetes pendurados nas paredes da sua casa, descobrir os muitos livros misturados aos objetos trazidos de um pedaço mais pra lá do Leste Europeu que deixavam o ambiente tão acolhedor e único quanto ela.
![]() |
Leila Rásonyi, que em 2005 era professora na Academia de Música Franz Liszt de Budapeste. |
O encantamento de Leila Rásonyi estava presente não apenas nos ensinamentos e nas histórias, mas em tudo que a cercava. Era muito bom olhar para os tapetes pendurados nas paredes da sua casa, descobrir os muitos livros misturados aos objetos trazidos de um pedaço mais pra lá do Leste Europeu que deixavam o ambiente tão acolhedor e único quanto ela.
17/06/2015
DO OUTRO LADO DA VIRADA
![]() |
Foto: Helena Piccazio
|
Matéria originalmente publicada no blog Arte Free em São Paulo em 2013
Por Helena Piccazio
Saí de casa no meio da tarde de sábado e já era possível sentir a cidade vibrando. Muita gente na rua, equipes se deslocando, palcos sendo montados nas esquinas, ruas fechadas. No metrô, a mesma agitação, pessoas se debruçavam sobre seus folders escolhendo a programação. Assim que saí na estação Anhangabaú e fui em direção ao Theatro Municipal, tomei um susto: uma fila dava voltas e voltas no prédio do teatro e se misturava à multidão que perambulava pelo centro em busca dos eventos da Virada Cultural.
"Será que é pra gente?", pensei.
03/06/2015
O QUE GRAMADOS BONITOS E O ESTUDO TÊM EM COMUM.
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
WHAT BEAUTIFUL LAWNS AND PRACTICING HAVE IN COMMON
Me disseram que há duas estratégias básicas para cultivar um gramado livre de plantas daninhas. O método óbvio é pegar uma garrafa de herbicida e matar todas as ervas daninhas que encontrar no caminho. Claro, o que sobra no fim é um monte de pontos marrons mortos com pequenas manchas de grama triste preenchendo as lacunas.
O outro método envolve trabalhar para encorajar a grama a crescer mais saudável, forte e espessa, no fim ela vai se sobrepor às ervas daninhas e deixar menos espaço para que cresçam. Ainda tenho que ver a evidência da eficácia desta estratégia no meu próprio quintal, mas me acompanhem enquanto eu permaneço nesta metáfora por um momento.
SOMOS HERBICIDAS TREINADOS
WHAT BEAUTIFUL LAWNS AND PRACTICING HAVE IN COMMON
Me disseram que há duas estratégias básicas para cultivar um gramado livre de plantas daninhas. O método óbvio é pegar uma garrafa de herbicida e matar todas as ervas daninhas que encontrar no caminho. Claro, o que sobra no fim é um monte de pontos marrons mortos com pequenas manchas de grama triste preenchendo as lacunas.
O outro método envolve trabalhar para encorajar a grama a crescer mais saudável, forte e espessa, no fim ela vai se sobrepor às ervas daninhas e deixar menos espaço para que cresçam. Ainda tenho que ver a evidência da eficácia desta estratégia no meu próprio quintal, mas me acompanhem enquanto eu permaneço nesta metáfora por um momento.
SOMOS HERBICIDAS TREINADOS
11/05/2015
12 PENSAMENTOS VINDOS DO OUTRO LADO DO BIOMBO
por William James, publicado originalmente no blog do seu site.
12 THOUGHTS FROM THE OTHER SIDE OF THE SCREEN
Recentemente, durante uma audição para a Sinfônica de St. Louis, eu mantive um bloco de notas ao lado da minha cadeira e fiz algumas anotações que pensei que talvez sejam úteis para quem faz testes. Eles são uma combinação de sim’s, não's e de pensamentos gerais do ponto de vista da comissão. Eu sempre achei útil avaliar o meu desempenho a partir da perspectiva da comissão porque, afinal de contas, são eles que vão tomar a decisão.
1. Esteja correndo ao lado do trem antes de tentar pular dentro dele.
Ao iniciar um excerto ou solo, certifique-se o seu cérebro já está subdividindo no andamento que você quer. Se o seu tempo leva um ou dois compassos para se estabilizar, isso diz à banca que você não estava pronto para iniciar o trecho e que vai ter dificuldades com entradas na orquestra.
12 THOUGHTS FROM THE OTHER SIDE OF THE SCREEN
Recentemente, durante uma audição para a Sinfônica de St. Louis, eu mantive um bloco de notas ao lado da minha cadeira e fiz algumas anotações que pensei que talvez sejam úteis para quem faz testes. Eles são uma combinação de sim’s, não's e de pensamentos gerais do ponto de vista da comissão. Eu sempre achei útil avaliar o meu desempenho a partir da perspectiva da comissão porque, afinal de contas, são eles que vão tomar a decisão.
1. Esteja correndo ao lado do trem antes de tentar pular dentro dele.
Ao iniciar um excerto ou solo, certifique-se o seu cérebro já está subdividindo no andamento que você quer. Se o seu tempo leva um ou dois compassos para se estabilizar, isso diz à banca que você não estava pronto para iniciar o trecho e que vai ter dificuldades com entradas na orquestra.
09/04/2015
COMO APROVEITAR AO MÁXIMO UM ENSAIO GERAL
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
HOW TO MAKE THE MOST OF A DRESS REHEARSAL
Você já reparou quão fácil crianças muito pequenas tendem a se distrair? Um novo brinquedo, um objeto brilhante, ou um som interessante entra em sua consciência, e eles vão embora numa nova direção.
Sob pressão, nossos cérebros se comportam como pequenas crianças hiperativas.
Quando nos deparamos com uma situação estressante, o nosso cérebro fica mais ativo. Nossa atividade neural literalmente acelera, permitindo pensar mais rápido, processar mais informações e tomar decisões mais precisas em relação à nossa segurança.
Isso pode ser ótimo para a sobrevivência, mas este estado neurológico amplificado não é particularmente propício para ter sucesso numa apresentação ou audição. Por que não?
HOW TO MAKE THE MOST OF A DRESS REHEARSAL
![]() |
Ensaio geral de Mario Brunello com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Foto: Theatro Municipal |
Sob pressão, nossos cérebros se comportam como pequenas crianças hiperativas.
Quando nos deparamos com uma situação estressante, o nosso cérebro fica mais ativo. Nossa atividade neural literalmente acelera, permitindo pensar mais rápido, processar mais informações e tomar decisões mais precisas em relação à nossa segurança.
Isso pode ser ótimo para a sobrevivência, mas este estado neurológico amplificado não é particularmente propício para ter sucesso numa apresentação ou audição. Por que não?
18/03/2015
ESTICA ANTES - ESTICA DEPOIS
Também se poderia dizer aquecer e desaquecer, alongar antes e depois. Afinal, nossos músculos precisam de cuidados tanto no preparo para tocar sem causar lesão quanto pra relaxar direito depois.
Eu vi essa matéria da Strad sobre isso. Lá eles falam que músculos que não estão aquecidos se cansam mais rápido, aí forçamos o músculo a fazer o que precisamos, aumentando a tensão. Uma tarefa mais difícil dá bem mais trabalho pra um músculo que está tenso, e aí ele cansa mais, e o forçamos, e ele cansa, e o forçamos e ele cansa... acabando provavelmente numa lesão e muita dor.
Eu vi essa matéria da Strad sobre isso. Lá eles falam que músculos que não estão aquecidos se cansam mais rápido, aí forçamos o músculo a fazer o que precisamos, aumentando a tensão. Uma tarefa mais difícil dá bem mais trabalho pra um músculo que está tenso, e aí ele cansa mais, e o forçamos, e ele cansa, e o forçamos e ele cansa... acabando provavelmente numa lesão e muita dor.
13/03/2015
COMO EU AQUEÇO - VÉRONIQUE MATHIEU

A violinista canadense é atualmente Professora de Violino na Universidade do Kansas, Estados Unidos, e já é figurinha carimbada no Festival de Piracicaba, tanto ensinando quanto se apresentando. Véronique ganhou prêmios no Concurso de Música Contemporânea Eckhardt-Gramatté 2012, no Concurso Internacional de Música Contemporânea de Krakóvia 2010 e três vezes a Competição do Banco de Instrumentos do Conselho do Canadá. Como membro do Trio Micheletti (com o cellista brasileito André Micheletti e a pianista japonesa Jasmin Arakawa), ela venceu o Grande Prêmio em 2009 no Concurso de Performance de Música da América Latina e Espanha. Mais sobre Véronique no final da entrevista.
12/02/2015
O TESTE É AMANHÃ!
ou COMO NÃO ENLOUQUECER NA NOITE ANTERIOR A UM TESTE
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
HOW TO AVOID PSYCHING YOURSELF OUT THE NIGHT BEFORE AN AUDITION
É a noite anterior a um teste importante, e André já está sentindo os nervos. Ele tenta dizer a si mesmo que está pronto, mas só consegue pensar na sua última audição, e como ele se ferrou espetacularmente depois de cometer um erro na peça mais fácil da sua lista. Enquanto ele tenta dormir, tudo o que vê é uma imagem de si mesmo tão nervoso que em vez de um forte ataque assertivo em sua primeira nota, ele produz um ganido horripilante.
A maioria de nós já teve a experiência de ver o pior cenário possível passando pela mente em um momento ou outro. Eles são desagradáveis, mas além nos fazer sentir um pouco ansiosos (e manter-nos acordados à noite), eles não são assim uma grande coisa, certo?
Bem, vamos olhar mais de perto...
por Dr. Noa Kageyama, publicado originalmente no blog do site The Bulletproof Musician
HOW TO AVOID PSYCHING YOURSELF OUT THE NIGHT BEFORE AN AUDITION

A maioria de nós já teve a experiência de ver o pior cenário possível passando pela mente em um momento ou outro. Eles são desagradáveis, mas além nos fazer sentir um pouco ansiosos (e manter-nos acordados à noite), eles não são assim uma grande coisa, certo?
Bem, vamos olhar mais de perto...
20/01/2015
COMEÇO DE ANO: INSTRUMENTO NA MÃO ESQUERDA, ARCO NA MÃO DIREITA...
Há um tempo eu vi esse vídeo publicado pelo Violin Channel, e achei muito interessante. A cellista e especialista em medicina para músicos Janet Horvath fala das suas 5 regras de estudo em geral, e acho que as dicas dela servem - e muito! - para voltar ao batente, depois das merecidas férias, fazer a volta à rotina de um jeito saudável.
Segue o texto traduzido do video, com comentários da tradutora ;)
06/01/2015
ESTUDO MENTAL FUNCIONA?

Embora muitos de nós possam nunca vir a ser lendas como eles, a prática mental é algo do qual todos os músicos podem com certeza se beneficiar, independentemente do nível de habilidade.
Ter um concerto chegando e você não está pronto, mas cansado demais para estudar? Quer estudar, mas não pode, por causa de um ataque de tendinite ou um resfriado? Salas de ensaio ocupadas? Instrumento no lutier? É muito cedo/tarde para estudar? Só tem 15 minutos, por isso nem vale a pena tirar o seu instrumento do armário, encontrar uma sala e aprontar tudo, só para ter que sair alguns minutos mais tarde?
Soa familiar?
Claro, mas apenas imaginar-se tocando pode não ser a mesma coisa que prática física real, certo?
01/01/2015
NOTA DE RODAPÉ PARA O ANO NOVO
![]() |
Arnold Schoenberg, pintado por George Gershwin (isso mesmo, o compositor americano) |
Cada umas das 74 páginas valeu a pena, mas dessa nota específica eu acho que nunca vou me esquecer. São muitas as notas de rodapé do tradutor desse livro, e dá pra entender o boato de que a edição em português demorou mais de 10 anos pra ficar pronta, deve ter sido um trabalhão...
Estava eu no capítulo 4, O Modo Maior e os Acordes Próprios da Escala, e, no meio de um parágrafo da pág. 70 onde o autor/compositor questiona a razão pela qual alguém usa determinados elementos na escrita musical - se fruto de uma necessidade orgânica ou apenas porque é a tradição -, me deparei com essa nota de rodapé sobre o termo "desenvolvimento" (como em sonatas e sinfonias):
Subscrever:
Mensagens (Atom)