Diz-se que os lendários pianistas Rubinstein e Horowitz nem sempre estavam loucos para estudar. Rubinstein simplesmente não gostava de estudar por horas a fio, enquanto Horowitz supostamente temia que estudar em outros pianos, que não o seu próprio, afetaria negativamente seu toque. Sua solução? Uma boa dose de prática mental.
Embora muitos de nós possam nunca vir a ser lendas como eles, a prática mental é algo do qual todos os músicos podem com certeza se beneficiar, independentemente do nível de habilidade.
Ter um concerto chegando e você não está pronto, mas cansado demais para estudar? Quer estudar, mas não pode, por causa de um ataque de tendinite ou um resfriado? Salas de ensaio ocupadas? Instrumento no lutier? É muito cedo/tarde para estudar? Só tem 15 minutos, por isso nem vale a pena tirar o seu instrumento do armário, encontrar uma sala e aprontar tudo, só para ter que sair alguns minutos mais tarde?
Soa familiar?
Claro, mas apenas imaginar-se tocando pode não ser a mesma coisa que prática física real, certo?